Especialista em Transtorno Bipolar e Transtornos do Humor
Te ajudo a compreender seu funcionamento, reconhecer os sinais das oscilações do humor e construir estratégias para uma vida mais estável e significativa.
Quando as oscilações emocionais começam a afetar seus relacionamentos, seu trabalho, suas escolhas ou a forma como você se enxerga, pode ser difícil entender o que está acontecendo e saber como agir. Meu trabalho é oferecer um espaço de escuta e cuidado para que você possa compreender essa experiência, desenvolver recursos e construir caminhos mais possíveis para sua vida.
Mais de 20 mil horas de prática clínica.
Especialista em Transtorno Bipolar
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Como podemos lhe ajudar.
Psicoterapia individual, psicoterapia de casais e supervisão clínica
Psicoterapia de casais
Supervisão clínica
Para você paciente
Oferecemos acompanhamento especializado para lhe proporcionar o melhor cuidado do primeiro contato à alta clínica.
Um processo estruturado e individualizado, pensado para cada etapa do seu acompanhamento e fundamentado nas melhores evidências científicas disponíveis.
Para você profissional da área da saúde (psicólogos e psiquiatras)
Supervisão clínica.
Supervisão de casos clínicos em Transtornos do Humor, Terapia do Esquema e Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).
Um espaço de aprofundamento clínico para profissionais que desejam aprimorar o raciocínio clínico, o refinamento técnico e a tomada de decisão na condução de casos complexos, com uma abordagem fundamentada em evidências científicas e na experiência da prática clínica.
Transtorno Bipolar, tudo o que você precisa saber
Transtorno Bipolar: compreender é o primeiro passo para cuidar
O Transtorno Bipolar é uma condição de saúde mental caracterizada por alterações importantes no humor, na energia, no nível de atividade, no sono, no pensamento e no comportamento. Essas mudanças acontecem em episódios e são diferentes das oscilações emocionais que fazem parte da vida de qualquer pessoa.
Não se trata simplesmente de “mudar de humor” ou de ter dias bons e ruins. O que caracteriza o transtorno é a presença de episódios de mania, hipomania e/ou depressão, que podem provocar mudanças significativas na forma como a pessoa pensa, sente, age e se relaciona.
Por isso, compreender o funcionamento do transtorno é fundamental. Quanto mais a pessoa conhece seus próprios padrões, mais pode aprender a reconhecer sinais de mudança, buscar ajuda no momento adequado e desenvolver estratégias para preservar sua estabilidade.
O que acontece durante os episódios?
O Transtorno Bipolar pode se apresentar de diferentes maneiras. Algumas pessoas passam por episódios predominantemente depressivos, outras vivenciam períodos de mania ou hipomania mais evidentes. Também podem ocorrer períodos em que sintomas de diferentes polos aparecem simultaneamente, chamados de características mistas.
Mania
A mania envolve uma alteração marcante e persistente do humor, acompanhada por aumento de energia e atividade. A pessoa pode apresentar euforia, irritabilidade intensa, aumento da autoestima ou sensação de grande capacidade, redução da necessidade de sono, fala acelerada, pensamentos muito rápidos, maior impulsividade e aumento de comportamentos direcionados a objetivos.
Também podem surgir decisões ou comportamentos que fogem do padrão habitual da pessoa, como gastos excessivos, maior exposição a riscos, mudanças importantes nos relacionamentos ou atitudes impulsivas.
Em episódios mais graves, podem ocorrer sintomas psicóticos, como delírios ou alucinações.
A mania não é simplesmente estar muito feliz, animado ou produtivo. É uma mudança significativa em relação ao funcionamento habitual da pessoa e pode comprometer sua capacidade de avaliar consequências e tomar decisões.
Hipomania
A hipomania apresenta características semelhantes às da mania, porém com menor intensidade e sem o grau de comprometimento funcional característico de um episódio maníaco.
Pode começar de maneira aparentemente positiva. A pessoa pode se sentir mais disposta, criativa, comunicativa, produtiva e confiante. Pode dormir menos e ainda assim sentir-se bem, iniciar vários projetos, falar mais, ter muitas ideias e assumir mais atividades.
É justamente por isso que a hipomania nem sempre é percebida como um problema.
Para algumas pessoas, ela pode ser vivenciada como um período em que “tudo finalmente está funcionando”. Entretanto, quando essa mudança representa uma alteração significativa em relação ao padrão habitual da pessoa, especialmente quando vem acompanhada de redução da necessidade de sono, aceleração do pensamento, impulsividade ou aumento da atividade, merece atenção clínica.
Conhecer o basal, ou seja, a forma como a pessoa funciona quando está estável, é fundamental para reconhecer essas mudanças.
Depressão
Na depressão bipolar, não estamos falando apenas de tristeza.
Pode haver perda de interesse ou prazer, redução da energia, dificuldade de concentração, alterações no sono e no apetite, sentimentos de culpa ou inutilidade, desesperança, lentificação ou agitação e, em alguns casos, pensamentos relacionados à morte ou ao suicídio.
A depressão pode comprometer profundamente a vida profissional, os relacionamentos, a capacidade de cuidar de si e a percepção que a pessoa tem de quem é.
Além disso, a depressão bipolar pode ser confundida com outros quadros depressivos. Por isso, investigar a história completa do humor ao longo da vida é tão importante para uma avaliação adequada.
Bipolaridade não é simplesmente “ter dois lados”
Uma das maiores confusões sobre o transtorno é acreditar que uma pessoa bipolar muda de opinião ou de humor várias vezes ao longo do dia.
A pessoa pode, naturalmente, sentir raiva, tristeza, alegria, frustração ou ansiedade sem estar vivendo um episódio bipolar.
Ter Transtorno Bipolar também não significa que a pessoa tenha duas personalidades ou que seja emocionalmente instável o tempo todo.
Os episódios possuem características, intensidade e duração próprias, e devem ser compreendidos dentro da história individual daquela pessoa.
Bipolar I e Bipolar II
Existem diferentes apresentações do Transtorno Bipolar.
No Transtorno Bipolar tipo I, ocorre pelo menos um episódio de mania. Episódios depressivos também são frequentes, embora não sejam necessários para estabelecer o diagnóstico.
No Transtorno Bipolar tipo II, ocorre pelo menos um episódio de hipomania e pelo menos um episódio depressivo maior, sem histórico de episódio maníaco.
É importante compreender que Bipolar II não significa simplesmente uma forma “leve” de bipolaridade. A ausência de mania não significa ausência de sofrimento. Os episódios depressivos podem ser intensos e causar grande impacto na vida da pessoa.
Por que algumas pessoas não percebem que estão entrando em um episódio?
Nem sempre uma mudança de humor é percebida imediatamente por quem a vivencia.
Durante uma hipomania, por exemplo, a pessoa pode sentir-se mais produtiva, criativa, confiante e cheia de energia. Pode não perceber que está diferente enquanto familiares, parceiros ou pessoas próximas começam a notar mudanças.
Por isso, aprender a reconhecer o próprio padrão é uma parte importante do tratamento.
Observar mudanças no sono, na energia, na velocidade dos pensamentos, na fala, na produtividade, na impulsividade, nos gastos, na sexualidade, na irritabilidade e nos relacionamentos pode ajudar a identificar sinais precoces de desregulação.
O que pode influenciar a estabilidade do humor?
O Transtorno Bipolar possui uma origem multifatorial. Não existe uma única causa capaz de explicar todos os casos.
Aspectos biológicos, genéticos, psicológicos, ambientais e sociais podem participar do desenvolvimento e da evolução do transtorno.
Além disso, determinados fatores podem favorecer a desorganização do ritmo e do humor em pessoas vulneráveis. Alterações importantes do sono, estresse, uso de álcool ou outras substâncias, interrupção ou alteração inadequada de medicamentos e mudanças significativas na rotina podem estar associados ao surgimento ou agravamento dos sintomas.
Isso não significa que exista uma fórmula simples em que um único fator provoque necessariamente um episódio. Cada pessoa possui uma história e um funcionamento próprios.
O papel do sono e da rotina
No Transtorno Bipolar, o sono merece atenção especial.
Dormir pouco não é necessariamente o mesmo que precisar de menos sono.
Uma pessoa pode dormir poucas horas porque está ansiosa, preocupada ou sobrecarregada e acordar cansada. Em uma alteração de humor, por outro lado, pode ocorrer redução da necessidade de sono, acompanhada de aumento de energia e atividade.
Por isso, observar o padrão de sono e suas mudanças pode ser uma ferramenta importante para a prevenção de episódios.
Uma rotina mais regular, atenção ao sono, acompanhamento do humor e identificação de situações que costumam desorganizar a pessoa fazem parte de um cuidado preventivo.
O impacto do transtorno vai além do humor
A bipolaridade pode afetar diferentes áreas da vida.
Relacionamentos podem ser atravessados por períodos de irritabilidade, impulsividade, afastamento ou mudanças de comportamento. O trabalho pode sofrer com alterações de produtividade, concentração, decisões ou funcionamento. Questões financeiras podem aparecer quando há impulsividade durante determinados episódios.
Também pode existir um impacto importante na identidade.
Depois de um episódio, algumas pessoas se perguntam:
“Eu fiz isso porque sou assim ou porque estava em um episódio?”
“Qual é o meu verdadeiro jeito de ser?”
“Posso confiar novamente nas minhas escolhas?”
Essas perguntas são importantes e fazem parte do trabalho terapêutico. O diagnóstico não precisa definir quem a pessoa é.
Ter Transtorno Bipolar é uma condição que precisa ser compreendida e cuidada, não uma identidade que precisa ocupar todos os espaços da vida.
O tratamento
O tratamento do Transtorno Bipolar é individualizado e, em geral, envolve acompanhamento psiquiátrico e intervenções psicológicas.
A medicação pode ser fundamental para o controle e a prevenção dos episódios, e qualquer ajuste deve ser realizado pelo médico responsável.
A psicoterapia, por sua vez, pode ajudar a pessoa a compreender seu funcionamento, identificar padrões, reconhecer sinais precoces, desenvolver estratégias de regulação, trabalhar pensamentos e comportamentos que podem aumentar a vulnerabilidade e construir formas mais consistentes de lidar com situações difíceis.
A psicoeducação é uma parte importante desse processo. Ela não é apenas uma técnica utilizada em uma sessão específica. É um elemento que atravessa o tratamento e permite que a pessoa compreenda o próprio transtorno e participe de forma mais ativa do seu cuidado.
Conhecer a bipolaridade muda a relação que a pessoa estabelece com seus sintomas.
Aprender a reconhecer antes que a crise aconteça
Um dos objetivos do tratamento não é apenas lidar com os episódios quando eles já estão instalados.
É também aprender a reconhecer os sinais que aparecem antes.
Uma alteração no sono.
Uma aceleração dos pensamentos.
Uma irritabilidade diferente do habitual.
Uma mudança repentina na produtividade.
Uma vontade maior de gastar.
Uma sensação de que “agora tudo é possível”.
Ou, no outro extremo, uma perda progressiva de energia, interesse e esperança.
Esses sinais não devem ser interpretados isoladamente. Mas, quando compreendidos dentro da história e do padrão individual da pessoa, podem ajudar a construir um plano de prevenção de recaídas.
É possível viver bem com Transtorno Bipolar?
Sim.
O diagnóstico de Transtorno Bipolar não significa abrir mão dos projetos, dos relacionamentos, do trabalho, da família ou dos sonhos.
Significa que será necessário conhecer melhor o próprio funcionamento e construir estratégias de cuidado.
O objetivo não é transformar a pessoa em alguém que nunca mais sentirá tristeza, irritação, ansiedade ou entusiasmo. Essas emoções fazem parte da experiência humana.
O objetivo é ampliar a capacidade de reconhecer quando uma emoção faz parte da vida e quando pode estar sinalizando uma mudança de estado de humor que precisa de atenção.
Com tratamento adequado, acompanhamento contínuo e conhecimento sobre o próprio funcionamento, é possível construir estabilidade, autonomia e uma vida significativa.
Porque compreender a bipolaridade não é aprender a viver com medo do próximo episódio.
É aprender a reconhecer o próprio funcionamento, cuidar de si e construir novos caminhos.
Como e com quem trabalhamos?
Cuidado estruturado, ético e baseado em evidências
Trabalhamos com cuidado, ética e responsabilidade, utilizando protocolos e estratégias fundamentados em evidências científicas.
Um processo estruturado e individualizado, pensado para oferecer recursos e estratégias que contribuam para a construção da sua estabilidade e para uma vida com mais significado.
Uma equipe de psicólogos com experiência clínica e supervisão contínua.
Cuidado ético, individualizado e baseado em evidências científicas.
Cuidado integrado
Quando necessário, estabelecemos parceria com psiquiatras e outros profissionais da saúde, promovendo um cuidado integrado e atento à integralidade de cada pessoa.
O trabalho em conjunto busca compreender suas necessidades de forma ampla e construir, de maneira cuidadosa e individualizada, as estratégias de cuidado mais adequadas para cada momento do seu processo.
Abordagens
Cada processo é individualizado. A aplicação depende da avaliação clínica e das necessidades de cada pessoa.
Psicoeducação
A psicoeducação é integrada ao processo terapêutico como um recurso para te ajudar a ampliar a compreensão sobre seu sofrimento psicológico e sobre os seus padrões que influenciam sua saúde mental.
Ao longo do acompanhamento, ajudamos você a compreender melhor suas oscilações de humor, energia e cognição, reconhecer sinais de mudança e identificar estratégias que favoreçam o manejo dos sintomas, a prevenção de recaídas e a construção de maior estabilidade.
Mais do que transmitir informações, a psicoeducação busca favorecer autonomia, participação ativa no tratamento e escolhas mais conscientes sobre o próprio cuidado, sempre de forma individualizada e fundamentada em evidências científicas.
Terapia do Esquema
A Terapia do Esquema parte de uma premissa simples: todos nascemos com necessidades emocionais fundamentais (amor, segurança, afeto, pertencimento, autonomia, limites adequados, espontaneidade, prazer).
Quando essas necessidades não são atendidas nos momentos certos, desenvolvemos o que chamamos de esquemas, lentes pelas quais passamos a ver o mundo, e a partir das quais construímos padrões de comportamento que se repetem, muitas vezes contra nós mesmos.
A Terapia do Esquema ajuda a reconhecer esses padrões, entender a origem deles, acolher a dor que carregam e criar respostas novas, para que você possa pedir ao outro o que precisa, e também aprender a se dar o que precisa.
Terapia Cognitivo-Comportamental
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem psicoterapêutica estruturada, orientada a objetivos e ancorada na relação entre pensamento, emoção e comportamento.
A TCC opera no presente, mas reconhece que muitas de nossas crenças centrais se formaram ao longo do desenvolvimento. O trabalho é feito em colaboração ativa: identificamos pensamentos, emoções e comportamentos que se repetem, testamos essas leituras da realidade, e construímos estratégias mais efetivas para o momento atual.
É uma abordagem educativa, atenta ao tempo, e pensada com você, não sobre você.
Quem é Viviana Prado
Há mais de uma década me dedicando a cuidar da saúde mental de quem sofre com oscilações de humor, com relacionamentos disfuncionais, e com dores que ainda não sabe nomear.
Especialista em Transtorno Bipolar e transtornos de humor, atuo há mais de 10 anos ajudando pessoas a construir sua estabilidade e viver uma vida com mais significado.
Lidero uma equipe de psicólogos, supervisiono casos complexos e treino profissionais para atuarem com excelência na prática clínica, baseando seu trabalho nas melhores diretrizes terapêuticas, e também com ética e afeto.
Sou escritora de livros técnicos relacionados à psicologia, e já escrevi para um grande jornal na minha cidade Curitiba.
Meu trabalho nunca é sozinho, acredito que ter uma rede de profissionais ajuda na melhora do paciente, assim, conto com parceiros psiquiatras, educadores físicos, nutricionistas, fisioterapeutas, entre outros, sempre fazendo o encaminhamento que o paciente necessita.
Sou mãe, minha primeira grande empreitada. Sou avó, gosto de novela, de música, de limpar minha casa, de crochetar.
Sou poeta nas horas vagas, e tenho amigos de mais de 40 anos que ainda rimos, choramos e contamos uns com os outros.
Psicologia · CRP 08/20103 · Atua desde 2011
Atendimento
Como funciona o atendimento.
Aqui está o funcionamento prático, do primeiro contato à continuidade do processo.
Modalidade
Online para todo Brasil e exterior.
Primeiro contato
Via WhatsApp, você será atendido(a) pela nossa secretária, uma profissional preparada para acolher sua demanda, esclarecer suas dúvidas e orientar cada etapa do atendimento da melhor maneira possível, com cuidado, atenção e profissionalismo.
Duração
A sessão inicial é mais extensa, estruturada para que você tenha tranquilidade em apresentar a sua história e já receber orientações para construírem os primeiros avanços na sua qualidade de vida. Ela pode chegar a 1h30 de duração. As demais duram 50’.
Convênio
Não realizamos atendimento diretamente por convênios de saúde. No entanto, alguns planos oferecem a possibilidade de reembolso das sessões de psicoterapia, conforme as condições e regras previstas no contrato de cada plano. Nossa secretária estará à disposição, no primeiro contato, para orientar você sobre a documentação e os procedimentos necessários para essa solicitação junto ao seu plano.
Livros e publicações
Escrever também é parte do trabalho.
Escrevo sobre as abordagens em que atuo, como recurso técnico entre pares e como forma de organizar o próprio pensamento clínico.
Compreendendo o Transtorno Bipolar
Coautora
Obra com edição e coordenação científica do psiquiatra Dr. Renato Silva, da qual participo como coautora.
Agenda em Terapia do Esquema
Autora
Material técnico voltado a profissionais e pacientes em processo, para acompanhar a prática entre sessões.
Ver na Sinopsys →
Terapia do Esquema: novos olhares na prática clínica
Coautora
Obra coletiva com contribuições sobre a aplicação clínica contemporânea da abordagem.
Ver na Leader →"Quantas vezes você tem a oportunidade de mudar sua história? Alguns diriam que todos os dias. No entanto, é preciso coragem para aceitar que somos vulneráveis. Autoconhecer-se e reescrever sua história não significa esquecer o passado, isso é impossível, mas enxergá-lo de forma diferente, entendendo que a escolha é sua e que você é o responsável por sua vida."
Terapia do Esquema: novos olhares na prática clínica
Dúvidas frequentes
O que costumam me perguntar antes da primeira sessão.
Como funciona a primeira sessão?
Quanto tempo dura cada sessão?
Com que frequência preciso ir?
Como funciona o atendimento online?
Vocês atendem presencialmente?
Como atendem casais?
Como faço para agendar?
Quem responde no WhatsApp?
Qual é o prazo de resposta?
Vocês atendem por convênio?
Como sei se este espaço faz sentido para mim?
Próximo passo
Quando quiser, é por aqui.
A decisão de começar terapia é sua, no seu tempo. Quando estiver pronta, mande uma mensagem no WhatsApp. Minha secretária responderá com as informações práticas, e depois falamos.